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Tudo sobre União Europeia

Tensão EUA-UE: Crise Diplomática Aumenta com Ameaças de Trump

A tensão entre os EUA e a União Europeia aumentou após Donald Trump ameaçar anexar a Groenlândia, levando o Parlamento Europeu a suspender a ratificação de um acordo comercial com Washington. Macron, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, classificou as tarifas de Trump como 'inaceitáveis' e a UE considera tarifas retaliatórias. O acordo, que visava eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA, agora está em risco. Além disso, Trump anunciou tarifas de 10% a países que se opõem à anexação, aumentando a pressão sobre os opositores. A crise diplomática pode ter repercussões globais significativas.

União Europeia avança em retaliação econômica contra EUA com tarifas de até R$ 580 bilhões

A União Europeia está considerando a implementação de tarifas que totalizam cerca de R$ 580 bilhões em resposta às novas taxas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As taxas de 10% afetarão produtos de oito países da Otan e visam pressionar a Europa para facilitar a compra da Groenlândia pelos EUA. Além das tarifas, a União Europeia pode restringir o acesso de empresas norte-americanas ao seu mercado. As deliberações ocorreram em um encontro no Chipre, com líderes europeus trabalhando para garantir a soberania da Groenlândia e aumentar seu poder de negociação durante o Fórum Econômico Mundial em Davos.

Trump ameaça Europa com tarifas e exige Groenlândia

Donald Trump escalou tensões com a Europa ao exigir a compra da Groenlândia, prometendo tarifas de até 25% para países que se opuserem a essa intenção. Essa postura interrompeu meses de progresso nas negociações comerciais com a UE e a Otan, colocando os líderes europeus em uma posição delicada, já que dependem da proteção americana. A Europa, relutante em ceder a uma anexação forçada, estuda formas de retaliar sem escalar a situação. Enquanto isso, tropas europeias realizaram exercícios militares na Groenlândia, reafirmando seu compromisso com a região estratégica, numa nova era de confrontos diplomáticos.

Lula afirma que acordo Mercosul-UE é resposta ao isolamento global

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destaca que o Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia representa uma resposta do multilateralismo ao unilateralismo global em um artigo publicado em 27 jornais. A assinatura do tratado visa aumentar o comércio, gerando oportunidades para 720 milhões de cidadãos e unindo economias com um PIB conjunto superior a 22 trilhões de dólares. Lula argumenta que o acordo promoverá empregos, desenvolvimento sustentável e beneficiar mercados estratégicos, mantendo salvaguardas sociais e ambientais. Ele conclui que o sucesso deverá ser medido pela agilidade na implementação dos benefícios para os cidadãos envolvidos.

Peña lamenta falta de Lula na assinatura do acordo Mercosul-UE

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, expressou um 'sabor amargo' pela ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia. A cerimônia ocorreu em Assunção e, embora Peña tenha compreendido a falta do petista, ressaltou a importância de sua liderança nas negociações que levaram ao acordo, ressaltando que sem Lula a assinatura não teria se concretizado. Lula optou por um encontro separado com Ursula Von der Leyen no Rio de Janeiro, visando enfatizar sua imagem política e a liderança brasileira ao longo da longa negociação que durou 26 anos.

Lula é fundamental para acordo Mercosul-União Europeia, afirma presidente do Paraguai

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, reconheceu a importância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a realização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, celebrado em 17 de janeiro de 2026. Durante a cerimônia em Assunção, Peña afirmou que sem Lula, o tratado não teria sido alcançado. Embora Lula não tenha comparecido, ele foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O acordo, que levou mais de 25 anos para ser negociado, busca aumentar o comércio entre os blocos e criar oportunidades econômicas mutuamente benéficas.

Lula afirma que Brasil não se limitará a commodities e busca valor agregado

Em encontro no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que o Brasil não se limitará a exportar commodities, mas busca produzir e comercializar bens industriais com maior valor agregado. Ele destacou o respeito do país aos acordos internacionais, incluindo os das Nações Unidas e da Organização Mundial do Comércio. Na presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Lula afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado após 26 anos de negociações, representa uma cooperação visando direitos trabalhistas e respeito ao meio ambiente. O Brasil será representado na assinatura.

Lula se ausenta da assinatura do acordo UE-Mercosul no Paraguai

O presidente Lula não participará da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, marcada para o dia 17, no Paraguai. Apesar de ser um forte apoiador do acordo, que promete criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, sua ausência se deve à reprogramação do evento que foi inicialmente planejado como ministerial. Apesar disso, Lula se reunirá com líderes europeus em um evento anterior no Rio de Janeiro, destacando seu papel importante na promoção do tratado, que é contestado por oposição de agricultores europeus.

União Europeia e Mercosul firmam acordo histórico de livre comércio

A União Europeia aprovou provisoriamente o acordo de livre comércio com o Mercosul, após 25 anos de negociações, com uma votação majoritária em Bruxelas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou este momento como um dia histórico para o multilateralismo, destacando que os blocos juntos representam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ressaltou os ganhos mútuos que o pacto trará para ambas as partes. O próximo passo envolve a assinatura do acordo e sua aprovação pelos parlamentos dos países envolvidos, incluindo o Parlamento Europeu.

Aprovado acordo histórico da UE com Mercosul que transforma comércio global

Os países da União Europeia aprovaram um acordo com o Mercosul, estabelecendo a maior zona de livre-comércio global. A assinatura do tratado ocorrerá no Paraguai, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, representando a UE. Apesar da oposição de alguns países, como França e Polônia, que receiam o impacto sobre os agricultores, o apoio foi alcançado com concessões. O acordo promete beneficiar mais de 720 milhões de consumidores e pode aumentar as relações comerciais entre os blocos, embora precise de aprovação adicional dos Parlamentos da UE e do Mercosul para ser ratificado.

França resiste e Macron vota contra acordo UE-Mercosul

Emmanuel Macron, presidente da França, anunciou sua intenção de votar contra o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, em uma declaração feita nesta quinta-feira. A posição da França, ao lado de outros países como Irlanda, Hungria e Polônia, pode dificultar o avanço do tratado que busca ampliar o acesso a um mercado de 451 milhões de consumidores. Apesar das preocupações dos agricultores franceses sobre a concorrência de produtos latino-americanos, Alemanha e Espanha apoiam o pacto. O Conselho da UE se reunirá nesta sexta-feira para decidir sobre a continuidade da proposta de ratificação deste controvertido acordo comercial.

Paraguai aposta em avanço no acordo Mercosul-UE

O ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Rubén Ramírez Lezcano, expressou a disposição do país em avançar no acordo entre Mercosul e União Europeia durante a 67ª reunião do Conselho do Mercado Comum, destacando a importância dos mecanismos de salvaguarda. Ele enfatizou a crença em um Mercosul que funcione para todos e que traduza seus princípios em resultados concretos. Lezcano abordou a superação das assimetrias estruturais entre os Estados Parte do bloco, apontando para os custos adicionais da condição mediterrânea do Paraguai que influenciam sua competitividade nas cadeias de valor regionais.

Lula pressiona França e Itália por acordo Mercosul-União Europeia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à França e à Itália que assumam suas responsabilidades para viabilizar a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Durante uma declaração no Palácio do Planalto, Lula enfatizou a disposição dos dois blocos para concluir o tratado, que está em negociação há 26 anos. O presidente brasileiro criticou a resistência da França, influenciada por produtores rurais que temem a competitividade com o Brasil. Além disso, Lula expressou esperança de que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também contribua para a assinatura do acordo.

Parlamento Europeu dá luz verde para acordo com Mercosul

O Parlamento Europeu aprovou salvaguardas que visam proteger a agricultura europeia antecipando a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, após 25 anos de negociações. O governo brasileiro aguarda a assinatura do acordo prevista para o dia 20 de dezembro, durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. As salvaguardas foram propostas pela França, limitando importações do Mercosul, mas mesmo assim o governo brasileiro não se opôs a elas, priorizando a assinatura do acordo. A aprovação pode representar oportunidades comerciais significativas para ambos os blocos.

França pressiona UE a adiar acordo comercial com Mercosul

A França pediu à União Europeia o adiamento dos prazos para a assinatura do acordo comercial com o Mercosul, afirmando que as condições atuais não são favoráveis para a votação. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu destacou a necessidade de mais tempo para garantir proteções adequadas para a agricultura europeia. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, planeja assinar o tratado durante a cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu no próximo sábado. No entanto, a França, como principal opositor do acordo, exige medidas rigorosas de proteção antes de concordar com a assinatura final.

Brasil teme recuo da União Europeia em acordo histórico com o Mercosul

O governo brasileiro manifesta preocupação quanto ao recuo da União Europeia em relação ao acordo comercial com o Mercosul, com a assinatura prevista para a próxima semana. O sucesso do pacto, que é crucial após 25 anos de negociações, depende da aprovação em duas votações no Parlamento e Conselho Europeus, programadas entre 16 e 18 de dezembro. A resistência, especialmente de países como França e Polônia, gera ansiedade no Brasil, que pode redirecionar sua política comercial para a Ásia caso o acordo não seja firmado. A urgência se amplifica com as salvaguardas agrícolas em discussão.

Governo brasileiro teme recuo da União Europeia em acordo histórico com Mercosul

O governo brasileiro está em alerta devido à possibilidade de recuo da União Europeia, a menos de uma semana da assinatura do acordo comercial entre o bloco e o Mercosul, programada para 20 de dezembro em Foz do Iguaçu. Este acordo, discutido desde 1999, precisa ser aprovado em duas votações no Parlamento e no Conselho Europeu, entre 16 e 18 de dezembro. Se não assinado, as chances de recomeçar as negociações decaem. O Brasil, maior economia do Mercosul, deverá buscar novos parceiros na Ásia caso este acordo não seja concluído com sucesso na semana que vem.

União Europeia manda recado: COP30 precisa avançar em combustíveis fósseis

Na COP30, a União Europeia, através de seu comissário Wopke Hoekstra, rejeitou categoricamente o rascunho do acordo apresentado, afirmando que não atende às exigências europeias sobre a transição energética e financiamento climático. Em um discurso, Hoekstra criticou a falta de compromisso com a redução dos combustíveis fósseis, enfatizando que o bloco não aceitará um acordo sem mudanças significativas. O plano atual prevê que os países desenvolvidos destinem US$ 300 bilhões para ações climáticas em nações em desenvolvimento até 2025, mas os europeus exigem ações mais firmes em torno do uso de combustíveis fósseis.

Dinamarca proíbe drones após novos avistamentos em bases militares

A Dinamarca está em estado de alerta após a presença de drones, que provocou o fechamento de aeroportos e a restrição de seu uso até o dia 3 de outubro. Os drones foram avistados sobre várias bases militares do país, incluindo a principal base de aviação. O governo dinamarquês, sob a liderança do ministro da Defesa, Troels Lund Poulsen, justifica que é necessário garantir a segurança durante a cúpula da União Europeia. A situação levou também reações na Alemanha e na Noruega, onde autoridades estão considerando a possibilidade de abater drones que representem ameaças.

União Europeia adia tarifas contra os EUA em meio a tensões comerciais

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que a União Europeia adiou a implementação de tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos até o dia 1º de agosto. A decisão surge em resposta ao recente anúncio do ex-presidente Donald Trump, que impôs tarifas de 30% sobre produtos importados da UE e do México, exacerbando as tensões comerciais. Embora as tarifas da UE estivessem programadas para serem efetivas na segunda-feira, os líderes europeus expressaram oposição contundente. Eles afirmam que tais tarifas prejudicam as economias de ambos os lados, exigindo negociações diplomáticas para resolver a crise.

Reino Unido e UE selam acordo estratégico após Brexit

Quase nove anos após o Brexit, Reino Unido e União Europeia firmaram acordo para uma parceria estratégica em defesa e comércio. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, considera o pacto uma conquista, apesar de críticas de setores que o veem como uma 'rendição'. O acordo fortalece a cooperação em segurança, imigração e comércio, e reflete um desejo de redefinir relações pós-Brexit. A parceria inclui conversas regulares de segurança e acesso a missões militares da UE. O entendimento é vital num contexto de tensões geopolíticas, embora a questão da liberdade de movimento permaneça sem solução clara.

União Europeia suspende retaliação às tarifas dos EUA por três meses

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou a suspensão temporária por 90 dias das tarifas retaliatórias inicialmente planejadas contra os EUA, após as recentes promessas do presidente Donald Trump para reduzir as taxas retaliatórias a 10%. A União Europeia havia decidido, anteriormente, aplicar uma tarifa de 25% sobre importações americanas, como resposta às medidas protecionistas dos EUA. A decisão representa uma tentativa de abrir espaço para negociações. No entanto, von der Leyen enfatizou que as tarifas podem ser reativadas se as negociações não resultarem em um acordo satisfatório.

Europa responde com tarifas a ameaças de Trump

A Comissão Europeia autorizou a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos dos Estados Unidos, como resposta à escalada da guerra comercial iniciada por Donald Trump. A decisão foi tomada nesta quarta-feira, e as tarifas afetarão cerca de 21 bilhões de euros em exportações americanas. As medidas serão implementadas em três fases, com a primeira iniciando na próxima semana. Apesar do passo firme, a União Europeia expressou interesse em soluções negociadas, afirmando que as tarifas podem ser suspensas se os EUA aceitarem um acordo justo. A China também aumentou suas tarifas sobre produtos dos EUA.

União Europeia reage e anuncia tarifas sobre produtos dos EUA

A União Europeia (UE) anunciou contramedidas comerciais em resposta às tarifas de 25% adotadas pelos EUA sob a administração do presidente Donald Trump sobre importações de aço e alumínio. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, revelou que taxas de 26 bilhões de euros sobre produtos americanos entrarão em vigor em 1º de abril. A decisão agrava as tensões entre a UE e Washington, atingindo produtos como bebidas, carnes e ferramentas, já que a UE busca mitigar o impacto econômico das tarifas injustificadas e prejudiciais às relações comerciais transatlânticas.

Líderes da UE aprovam rearmamento após suspensão de apoio dos EUA à Ucrânia

Após o anúncio de Donald Trump sobre a suspensão do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia, os líderes da União Europeia se reuniram em Bruxelas e aprovaram um plano para rearmar o bloco, aumentando o orçamento de defesa para aproximadamente 650 bilhões de euros, além de 150 bilhões em empréstimos. Essa decisão altera a política de austeridade vigente desde 2008. Os líderes reconheceram a necessidade de fortalecer a segurança conjunta, temendo a Rússia, que até então se beneficiava do apoio militar americano. Há também um apelo à Ucrânia para intensificar esforços na solução da interrupção do gás russo.

UE anuncia plano de 800 bilhões de euros para fortalecer defesa diante de incertezas

Em resposta à possibilidade da retirada do apoio dos EUA à Ucrânia, a União Europeia anunciou um ambicioso plano de 800 bilhões de euros, com foco no fortalecimento das defesas do bloco e da Ucrânia. Ursula von der Leyen, chefe da Comissão Europeia, revelou que o objetivo é garantir a autonomia militar da Ucrânia para negociar com a Rússia, diante da pausa na ajuda americana. O plano inclui a flexibilização das regras fiscais da UE para permitir que os Estados-membros aumentem seus gastos em defesa. O pacote será discutido em uma reunião de emergência com os líderes da UE.

União Europeia defende Zelensky após Trump chamá-lo de 'ditador'

A União Europeia reagiu a críticas de Donald Trump, que chamou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de 'ditador' em um post recente. O porta-voz da Comissão Europeia, Stefan de Keersmaecker, defendeu Zelensky, afirmando que ele foi eleito legitimamente em um processo democrático, contrastando com o regime russo sob Vladimir Putin. Trump, que está buscando um acordo de paz com a Rússia, condicionou a ajuda à Ucrânia a uma troca de bens minerais. Zelensky, por sua vez, reafirmou seu compromisso com a soberania da Ucrânia em coletiva de imprensa e criticou a proposta de Trump.

Zelensky critica EUA por aproximação com Putin e defende Ucrânia em meio a incertezas

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou os Estados Unidos por aparentarem querer agradar o presidente russo, Vladimir Putin, em meio a negociações sobre a Ucrânia. Zelensky ressaltou a fraqueza da defesa europeia e afirmou que não aceitará ceder território ucraniano. O governo Trump surpreendeu aliados europeus ao manter diálogo direto com Putin para tentar encerrar rapidamente os conflitos. Em resposta, líderes da União Europeia se reuniram em Paris para mostrar unidade diante das mudanças na política dos EUA. Apesar da reunião, não houve um comunicado conjunto devido a divergências sobre o envio de tropas para a Ucrânia.

A ameaça do asteroide 2024 YR4 e o papel do telescópio James Webb

A União Europeia solicitou que o telescópio James Webb estude o asteroide 2024 YR4, uma rocha espacial com chances de colisão com a Terra aumentando de 1,2% para 2,2%. O impacto, potencialmente em dezembro de 2032, gerou atividades globais de monitoramento e defesa planetária. O asteroide foi descoberto em dezembro e poderá ser acompanhado até que deixe de ser visível da Terra. A coleta de dados precisos sobre seu tamanho é essencial para avaliar o risco, e, embora a chance de impacto mude, pode cair a zero até março ou abril de 2025, de acordo com especialistas.

União Europeia anuncia ações firmes contra tarifas de Trump

Em resposta ao aumento das tarifas de 25% sobre aço e alumínio por Donald Trump, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou medidas firmes a serem tomadas pela União Europeia. Essas tarifas, que abrangem todas as importações, visam proteger os interesses econômicos europeus. Von der Leyen criticou as tarifas como um imposto que prejudica empresas e consumidores, e afirmou que os Estados Unidos enfrentariam consequências, destacando o impacto negativo que as tarifas poderiam ter na economia de ambos os lados. A UE reagirá unida se as tarifas não forem reconsideradas por Washington.

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